Singral Cimeiro - Campelo (Figueiró dos Vinhos) -Coordenadas: 40.04141/-8.23801 Altitude 673 Mts. -Com estação de Radioamador - Indicativo : CT1EIU
Mostrar mensagens com a etiqueta Polémicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Polémicas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tempo de reflexão

Por alguns dias este humilde Blog esteve ausente,os nossos leitores mais dedicados e atentos preocuparam-se de várias maneiras ,mas de facto nada de grave se passou,apenas tive que fechar a loja para descomprimir e reflectir um pouco ,sobre o conteúdo deste espaço.
Bem hajam.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O drama das "SCUTS"

Afinal já andava-mos a pagar as Scuts desde 2005 mas aparentemente foi mais um orçamento mal feito...

domingo, 17 de abril de 2011

País de atrasados mentais?

Já há muito que andava para escrever algo sobre a prevalência de perturbações mentais nas gentes que habitam este lindo país à beira mar plantado,mesmo sem ser especialista na matéria dava para perceber que andamos todos a precisar de algum tratamento à "caixa dos pirolitos"mas depois de ter lido este texto que veio publicado no Público a 21 de Junho de 2010 já não me atrevi a fazê-lo e preferi transcrever este texto que o acho de uma eloquência invejável,e que traduz ao fim e ao cabo aquilo que penso sobre o assunto.
Segue a transcrição do texto:

"Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres  compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente."

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

O GRANDE F.M.I. VOLTOU!!

Para os mais corajosos e com cerca de dez minutos de disponibilidade desafio-os a clicar neste link  e tentem reflectir um pouco ,FMI o antes e o depois...  e se continuarem a ter tempo e se quiserem, façam aqui um comentário sobre a actualidade do desabafo!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Políticos corruptos?

Encontrei este artigo, que me impressionou pela forma como está escrito, pelos tópicos que aborda e pela forma cáustica que o faz ,textos como estes, seriam impossíveis de circular pela opinião pública nos tempos anteriores ao 25/Abril 1974,sem querer defender os pontos de vista do autor, gostaria apenas de convidar os meus leitores a lê-lo, para fazerem o seu próprio juízo sobre o mesmo, pela minha parte apenas digo que este texto merece uma reflexão... clique e leia

sábado, 8 de novembro de 2008

Os professores estão em luta, e bem...(?)

Não percebo nada do que se está a passar... mas penso que os sindicatos que assinaram o tal acordo que Sócrates referiu, deviam explicar á opinião pública as razões que os levaram a voltar atrás...ou não?seria mais fácil para nós, que estamos do lado de cá, perceber melhor toda a questão,e que a razão seja dada a quem a tem.
clique aqui e leia

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Comunicado de Victor Camoezas

Tem vindo a ser distribuído na nossa freguesia, um panfleto assinado por Vitor Camoezas o qual reproduzimos aqui.



segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Carta aberta á Srª Sofia Costa

Carta aberta á Srª Sofia Costa


Sem querer alimentar polémicas estéreis,não resisto á tentação de esclarecer algumas questões que são levianamente levantadas pela nossa leitora e proprietária de uma parcela de terreno no Singral Cimeiro.
Não fora o nosso primeiro encontro em 2006 , ao qual reagi com este artigo (clique e leia) o espanto teria sido ainda maior, ao lêr o comentário que amávelmente a nossa leitora e filha da terra Srª Sofia Costa nos deixou no livro de visitas. (Veja-se o comentário)
Sem dúvida que este assunto não sendo genérico ,só interessa à pequena comunidade de Singral Cimeiro,e para que fique bem claro, queria deixar aqui bem patente que não me move nenhuma animosidade especial em relação a esta Srª que em boa verdade mal conheço ...apenas lamento a falta de sensibilidade que demonstrou ,quando de uma forma grotesca e com alguma falta de cortesia nos abordou em 2006 afirmando-se proprietária de um terreno que eu e a cara metade tínhamos limpo e tentado converter numa pequena horta pois estava há mais de vinte anos transformado num verdadeiro matagal ! Convém esclarecer que ao contrário do que a Srª Sofia sugere no seu comentário, não se tratou de ocupação selvagem, mas sim com a autorização insistente de um familiar seu, que repetidamente nos disse, que não havia problema nenhum em fazermos aí uma horta e que a iria informar...
O familiar em causa trata-se da Srª Ermelinda, actualmente a residir em Sarzedas de S.Pedro, mas que pontualmente visita o Singral,tudo isto que estou dizendo,pode ser atestado por várias testemunhas aqui na Aldeia, e nós de boa fé aceitámos a oferta ,após termos sido informados insistentemente pelo seu familiar que o podíamos fazer,afinal se havia quezílias entre a família, nós de nada sabíamos ,e acreditámos que estariam de boa fé para connosco:O objectivo era apenas cultivar a terra e não mais do que isso! Posteriormente outros vizinhos da terra que souberam deste acontecimento até nos facilitaram outro local para levar a bom termo a nossa intenção, aos quais agradecemos essa gentileza.E poderá perguntar a Srª,e porquê ali ? bom...porque está junto das casas e até tinha um ponto de água que facilita a rega e assim juntava-se o útil ao agradável ,despoluía-se o local e retirávamos alguns produtos hortículas da dita parcela.
Julgo que não seja por estupidez ,ou mesmo ignorância, esta sua atitude de nos chamar ladrões,a única explicação que encontro à luz da minha análise ,será uma motivação fundada em informações inquinadas, provenientes de fontes menos fidedignas, que nutrem um elevado grau de inveja, em face de toda esta situação só posso exprimir pena e tristeza.
Estou convencido que a maioria da Aldeia que nos conhecem,não comungam da sua opinião e não obstante sermos uns” forasteiros”, conforme Vxa. mesmo nos apelida ,gostamos muito deste lugar e respeitamo-lo ao ponto de o termos escolhido para aqui residirmos.
Permita-me minha Srª que questione,- que respeito tem para com os seus concidadãos que embora legítimamente esta parcela seja sua propriedade,nunca lhe ligou importância nem quis saber, não se sente moralmente traidora para com aqueles que lhe legaram o pouco ou muito que herdou?-
Não me vou alongar mais, pois acho que na sua essência este assunto está mais do que esclarecido,apenas gostaria, que todos aqueles que são familiares ou filhos da terra ficassem a sabêr que não nos move nenhuma estratégia obscura a nossa presença aqui no Singral, que nos foi dado a conhecer por um amigo de longa data ,que é filho de naturais desta terra,naquilo que pudermos fazer estamos dispostos a ajudar para dignificar e engrandecer este lugar,creio que já demos algumas provas disso...não obstante ,tanto quanto julgo saber ,só houve até agora uma voz discordante,mas que ,tanto também quanto sei, não granjeia de muita popularidade...Numa sua próxima visita aqui ao Singral, teríamos muito gosto em recebê-la na nossa casa ,e prestar esclarecimentos adicionais em relação a este assunto ,numa forma cordial e civilizada.
Bem haja, José Farinha e Hermínia


Notas finais: O muro a que se refere no seu comentário ,era apenas uma vedação tosca em paus e arame p/evitar que a fauna nos comesse as culturas, para o caso de não saber, pois já é longa a sua ausência, aqui proliferam javalis,veados e coelhos!
Fundação da Aldeia: Ainda não encontrei referências históricas precisas quanto á data da fundação de Singral Cimeiro,mas posso afirmar que já em 1527 havia documentação na Câmara de Miranda do Corvo que referia este lugar,a ser objecto do censo da época !

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

A tal história que tinha para contar...(As vigias florestais e a DRABL!)

Uma história de revanchismo

Foi no ano de 2004 , que após uma situação difícil de desemprego me decidi candidatar a “Vigilante Florestal” . Assim dirigi-me á DRABL (Direcção Regional da Agricultura da Beira Litoral ) na Lousã e inscrevi-me .
Eis que iria poder ganhar uns “trocos” fazendo algo que eu pensava ser de extrema responsabilidade.
Portanto, comecei animado de um espírito interessado, responsável e profissional no início da época de 2004, pois acabei por ser chamado a prestar serviço na Vigia de Alvaiázere (42.7). Fazia mais ou menos 100Km por dia para me deslocar ao local, na minha viatura ,não obstante ser oneroso, feitas as contas ainda sobrava o suficiente para o esforço desenvolvido...
Mas eis que cedo me apercebi,que o sistema era uma “bandalheira “ institucionalizada... ou seja, as comunicações eram deficientes (do ponto de vista técnico) difícilmente se conseguia falar com qualidade técnica, para o centro coordenador que se situava em Leiria (Centro 06) e ainda se acrescia o facto de a maioria dos operadores das diferentes vigias , não cumpria as mais elementares regras nas comunicações via rádio.
Os fogos florestais, foram sempre um mal que a mim me preocupou bastante , assim, nesta actividade eu pensei que poderia dar um contributo útil á sociedade e participar com afinco no combate a este flagelo...
Mas quando as comunicações se entupiam , por erros de alguns operadores não respeitarem as regras, ora por deficiente instalação dos equipamentos , ou ainda por alguns impropérios vindos não se sabe de onde ... pois até se usava o canal rádio atribuído a este serviço para se combinar onde se ia jantar no dia seguinte, ou ainda para comentar os jogos de futebol, o José Farinha incrédulo tentava pôr “ordem” na frequência fazendo alguns reparos, na expectativa de que o centro coordenador ,através dos seus responsáveis chamassem a atenção para estes desvarios, tentativas estas que de imediato recebiam apupos dos “históricos” dizendo entre outras coisas que eu tinha a mania que era mais do que os outros... (?).
Apesar de tudo, na época dos incêndios de 2005 ainda me chamaram, mas desta vez para prestar serviço na vigia “42.1” (St.António da Neve-Lousã) , mais uma vez fui confrontado com uma série de problemas, semelhantes aos descritos anteriormente, a bandalheira continuava ! não conseguia falar com o meu centro coordenador (Leiria) tudo porque os rádios eram mal instalados, as antenas mal escolhidas de acordo com as necessidades de cada posto , não tinham pessoal especializado para fazerem estas montagens...óbviamente que o meu sentido crítico foi-se manifestando e começei a ser incómodo porque ao que parece, haveria interesse que este estado de coisas fosse permanecendo (?).
Ouvi comentários dos mais diversos, relativamente a anteriores vigilantes que passaram por esta vigia ,que nem quis acreditar, qualidade era coisa que não se procurava para esta actividade! E continuo sem saber quais são os critérios que presidem á selecção do pessoal para esta actividade ... (mas quem sou eu para tentar saber tal coisa?).
Se a detecção precoce dos incêndios e a consequente activação dos meios de combate em tempo útil é uma forma de obter sucesso nesta actividade, o certo é que, e de acordo com a experiência que tive, o trabalho das vigias florestais me pareciam uma brincadeira...uma vez, após uma chamada que fiz com alguma insistência para dar as coordenadas de um foco de incêndio, foi-me respondido pelo centro, que aguardasse, que oportunamente me chamavam...(?) e isso aconteceu cerca de 10 (dez) minutos depois...! (sem comentários).
No início da época de 2005, ao telefone com o responsável da DRABL(Engº Joaquim Paúl) atrevi-me a criticar o” modus operandi” do dito responsável,(educadamente note-se!) com relação ao facto de estarem quatro homens sentados á porta da vigia durante dois dias esperando que a viessem abrir para se iniciar a actividade,(tinham-nos pedido para estarmos ao serviço ás nove horas da manhâ, dois dias antes..?) .O centro 06 já ia chamando por nós via rádio,conforme nos foi dito pelos sapadores que nos iam visitando no giro de jeep e nós no meio da rua... (Serra ) facto que era desconhecido pelo responsável do centro, Sr. Eng. Otávio, eu próprio informei o centro 06 que ainda estávamos na rua sem acesso ao posto e que nada sabíamos relativamente a este atraso aí foi-me dito para falar com o Sr. Eng. Paúl pois ele é que era o responsável , escusado será dizer que depois desta interpelação me candidatei a ser “corrido” e assim foi !
Na época de fogos deste ano (2006) não fui chamado a prestar serviço, esta foi a recompensa da minha dedicação... (?).
Cheguei a pensar escrever uma carta ao Sr. Ministro da Administração Interna dando-lhe conta do mau serviço prestado pela rede Nacional de vigias, mas cedo me desmotivei pois nem sei se seria ele a lê-la .resta-me a esperança que para o ano as coisas corram melhor, e que, de uma vez por todas, sejamos todos mais profissionais que é o que falta neste País. Ouvi dizer,que vai ser a GNR a tomar conta desta problemática , penso que tenho todos os motivos para acreditar que este serviço vai melhorar.
Assim e em geito de desabafo quero tecer aqui umas palavrinhas especialmente dirigidas ao Sr. Eng. responsável na DRABL,(Sr.Joaquim Paúl) por esta atitude revanchista que em muito dignifica a eficiência do serviço que tutela.
“Saber ouvir é um aspecto da maturidade do “líder” .Maturidade que está relacionada com os tipos de experiência da sua aprendizagem e não de quantos anos de liderança celebrou, liderança tem mais a ver com a forma de lidar com as pessoas –ouvir, motivar, compartilhar, orientar e delegar- do que contabilizar quantos “funcionários” tem na sua equipa. Há pessoas que confundem o papel do “líder” com o de um narrador de histórias .Falam tanto que até nem sabem se tudo o que dizem é ouvido pelos demais, mas para eles pouco importa. O que vale mesmo para “estas” pessoas é a oportunidade de mostrar que sabem ,que entendem do assunto, que dominam a área, que já viveram aquela situação e, portanto, não aceitam sugestões. Coitados daqueles que estão á sua volta. Em diferentes casos esse comportamento é motivado simplesmente por insegurança e necessidade de se impor ao grupo, fazendo-o pelo palavreado. É cada vez mais comum este tipo de “líder” nas organizações , infelizmente. O verdadeiro Líder consegue o respeito dos seus liderados à medida que ouve as suas opiniões ,ideias, críticas, sugestões e até mesmo dificuldades em relação ao trabalho que se preconiza desenvolver.
Não saber controlar os impulsos temperamentais ou de histeria e não escutar os seus liderados, são fundamentos que proporcionam o esvaziamento da própria liderança, e, por consequência motivam e promovem o egocentrismo, que leva ao isolamento, embora rodeado de alguns “adesivos”, a queda de um líder é tanto maior quanto maior for a fragilidade dos alicerces das bases que empolgaram a liderança . Numa altura em que se fala muito,em diminuir os funcionários do Estado em nome de uma gestão mais equilibrada e aumento de produtividade, deixo aqui este meu desabafo como elemento de reflexão,para aqueles que tiverem que decidir quem vão mandar para a rua, e que de uma vez por todas se dê primazia á hierarquia de competências. Desculpem se me alonguei, mas tinha que o fazer, para ficar bem comigo! Saudações a todos os meus amigos leitores, José Farinha.

sábado, 8 de julho de 2006

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Reunião Pública da Câmara

Desde algum tempo a esta parte , nas minhas deambulações pelos mais diversos locais do Concelho as pessoas que me conhecem ,e sabem do insólito que é ,viver no lugar mais abandonado da Freguesia ,com frequência me assolam com as mais variadas perguntas, mas há uma que se repete continuamente, talvez por saberem o quão difícil é atravessar a Serra sem um veículo todo o terreno adequado...
Senão vejamos... entro no café em Campelo para tomar a minha bica e eis que o Sr.”A” com o seu ar rude mas simpático me diz “bom dia Sr.Farinha como está? então quando é que a estrada do Singral está feita?” Num outro dia qualquer aparece o Sr. “B” e após os cumprimentos triviais lá vem a pergunta da praxe “ então já temos a estrada no Singral?” Óbviamente que tento de uma forma cordial transmitir-hes a ideia de que não lhes posso responder pois só a Câmara Municipal o poderá fazer...Mais uma vez entro num local público para tomar um refresco por exemplo em “Castanheira de Pera” e vem o Sr. “C” com a célebre pergunta “então quando é que a estrada está feita?” passo por Alge vou tomar o meu cafézinho e de novo alguém, que para o caso pode ser o Sr.”D” me formula a mesma pergunta ! E assim vou sendo bombardeado quase diariamente, só posso concluir que da parte de todas estas pessoas existe um profundo conhecimento desta lacuna, e por isso mesmo, admirando a nossa coragem vão fazendo a famigerada pergunta ,á qual eu não sei responder, apenas lhes digo que temos feito pedidos e que o anterior presidente de Câmara já nos fez bastantes arranjos que melhoraram substancialmente o acesso, tão reconhecidos ficámos que até nos deslocámos á Câmara para prestar o nosso agradecimento ,pois há cerca de três anos atrás a estrada estava praticamente intransitável e prometeu também que o mais tardar em Setembro de 2005 as obras se iniciariam pois em Agosto com as férias era complicado...
No dia de S.João de 2006 ao cruzar-me com o Ex -Presidente da nossa Câmara , eis que ele me fez a tal famigerada pergunta ... então desta vez, dei a resposta na reunião pública da Câmara na sessão de 28-06-2006 para que todo o executivo me ouvisse cujo texto em baixo transcrevo:


Exmos ,.Srs. quero declarar aqui públicamente o meu desagrado, a minha decepção e tristeza, tudo isto revestido de um enorme e profundo desencanto a propósito de um comentário que me foi dirigido em tom jocoso ou talvez trocista, no passado domingo pelo Sr. Fernando Manata Ex. presidente desta Câmara, quando nos visitava no stand da feira. Perguntando-nos se a estrada para o Singral já estava pronta... (?)acrescentando ainda que a obra já estava adjudicada...! Mas afinal o que é que verdadeiramente significa isto?
Entendemos as dificuldades do Município, entendemos também as dificuldades de uma tomada de decisão no que toca a este assunto , entendemos também que os critérios que presidem à eleição das prioridades também são os mais diversos, mas acima de tudo achamos que o infortúnio dos mais pobres não deveria ser objecto de gozação.
Se possível gostariamos que o actual executivo nos desse conta das reais intenções a este respeito ,lembrando ainda que a adjudicação mais recente da referida obra ,foi feita em Nov/2004 e que se o Sr. Ex. presidente desta Câmara quisesse fazer algo p/Singral, certamente teria tido tempo de sobra para o fazer.
Muito obrigado, “

José Farinha
Singral Cimeiro
3260-225 Campelo

terça-feira, 27 de junho de 2006

Ainda a estrada para o Singral !


Como tenho andado um pouco disperso, também me esqueci de publicar em seu devido tempo esta notícia, que acho deveras interessante e não sei que comentário merece, o leitor saberá melhor que eu... trata-se da publicação no boletim municipal da Câmara de figueiró dos Vinhos da adjudicação da obra de realização da tão almejada estrada! Só que já passaram os 90 dias... (?). junto fotografia da página do citado boletim onde se pode ver a citada notícia!

A Foto refere-se ao edital nº 48/2004 publicado no boletim Nº 60 Dez./2004

segunda-feira, 26 de junho de 2006

Resposta da Câmara Municipal á nossa carta enviada a 6/09/2004



Por esquecimento só agora a publico!

Junto também uma carta enviada ao nosso vizinho João Paulo Lourenço a propósito do mesmo tema (a estrada) após ter sido enviado um pedido ao Sr. Presidente da República!

sábado, 24 de junho de 2006

Assembleia de Freguesia Campelo

Realiza-se no próximo dia 30 de Junho 2006 nas instalações da junta de freguesia de Campelo pelas 18 horas,uma sessão pública da assembleia de freguesia, aqui fica a informação para os fregueses que nos leiam e queiram participar .

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Pedido á Câmara !

Até á data ainda não recebemos nenhuma resposta ao nosso pedido feito a 30 de Maio 2006...

terça-feira, 30 de maio de 2006

Novo pedido ao sr. Presidente da Câmara

Foi entregue hoje um novo pedido ao Sr. Presidente da Câmara, cujo texto publico aqui.


José João Reis Farinha
Singral Cimeiro
3260-225 Campelo
Figueiró dos Vinhos
Telef. 236438699
www.singral.blogspot.com
Exmº.Sr. Presidente da Câmara
Municipal de Figueiró dos Vinhos
Sr. Eng. Rui Silva











Data: 30 de Maio de 2006





Exmo. Sr. é do conhecimento da autarquia que o abastecimento de água e saneamento
básico do lugar do Singral é inexistente , as vias de acesso ainda que deficientes têm vindo
a ser melhoradas,assim, desta vez, e em nome do interesse geral mas em particular dos
que lá estão a viver em regime permanente tentando desesperadamente fixar-se no
concelho , dirijo-me a Vxª fazendo um apelo no sentido de nos prestarem alguma ajuda com
alguns sacos de cimento e alguma mão de obra no sentido de ser construído um pequeno
dique no leito da ribeira, junto ao local onde nós temos a nossa bomba eléctrica que
abastece as habitações e também o ponto de água para apoio aos eventuais fogos.
O curso de água não é abundante e não havendo modo de criar uma bacia para a reter
certamente que corremos o risco de não a conseguirmos captar.Assim, e se o pedido for tido
em conta convido Vxª a fazer um levantamento no local a fim de que algo seja feito por
forma a evitar a falta de abastecimento de água ás nossas casas a curto prazo.
Certo de que este nosso pedido irá ter o seu melhor acolhimento e na expectativa de uma
resposta breve a esta nossa pretensão e disponível para algum esclarecimento adicional
subscrevo-me cordialmente,

(José João Farinha)


(Obs: Entregue em mão na Câmara Municipal)
"