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sábado, 28 de junho de 2014

O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa

  Um dia destes dei por mim a ler este artigo o qual me encheu as medidas,ou não seja eu contra o acordo ortográfico,sim porque ,escrever correctamente o português já é uma tarefa difícil quanto mais com estes absurdos acordos e nem sempre o consigo fazer, aqui e acolá lá vão aparecendo uns erros mas digo-vos que tento o meu melhor e sempre utilizo o dicionário quando me afloram dúvidas,mas este texto que reproduzo mais abaixo retirado do blog "Portugalglorioso" é divinal! vale a pena gastar uns minutos e ler.

 "O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa


Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. 
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.

Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam .
Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se?
O que estão lá a fazer?
Aliás, o qe estão lá a fazer?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.

Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s” ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç” .

Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som. Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”.

Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”. Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.

Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nadade “k”. Ponha um q.

Não pensem qe me esqesi do som “ch”. O som “ch” será reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.

Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”. Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.

No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente. Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”- ixtu é lójiqu? Para qê qomplicar ?!? Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra mud a qe eliminamox.

É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?

Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam! Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox. A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia. É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer. Max, em outrox qazos, á alternativax. Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax lê-se “u” e outrax, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso!

qe é qe temux o “u”? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu. Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.

Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx” . Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum? "
Fonte: Texto retirado de http://portugalglorioso.blogspot.pt/2012/11/acordo-ortografico-no-seu-melhor.html

sábado, 18 de janeiro de 2014

Os homens de língua Portuguesa



 "Ou os homens de língua portuguesa inventam qualquer coisa, criam qualquer coisa que tire o mundo da confusão em que está hoje, da escravidão em que vive quase toda a gente – escravidão de varias espécies – e a liberta para uma vida que seja verdadeiramente humana, e até mais do que humana, ou, então, o papel dos homens de língua portuguesa vai ser muito restrito no mundo. E é capaz de aparecer alguém a tomar esse encargo. Gostaria muito que fossem os homens de língua portuguesa a terem uma mensagem que fosse válida para a Europa, porque, coitada da Europa!, não tem mais nenhuma mensagem para dar. É preciso que uma das tarefas de Portugal seja essa de fazer com que a Europa tenha alguma mensagem a dar para o futuro e se ocupe de coisas mais largas do que aquelas que primacialmente a têm ocupado"

Agostinho da Silva, in entrevista a Antónia de Sousa, Diário de Notícias, 20 de Julho dae 1986, in Dispersos, Lisboa, ICALP, 1988, pp. 134-135





O dia em que acabou a crise...

Nota do Blog: Eis o que me vai na alma ...mas não tenho o dom da escrita e não conseguiria ser tão eloquente quanto este texto.

"Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários…
Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a atitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará às nossas vidas.
Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente  e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrossel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade  dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objectivos foram claros e contundentes:
Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários
Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o factor determinante do produto; quando tiverem ajoelhado todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maliáveis para fugir ao inferno do desespero, ENTÃO A CRISE TERÁ TERMINADO.
Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, ENTÃO TERÁ ACABADO A CRISE.
Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (excepto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e tenhas destruído todas as pontes de solidariedade. ENTÃO ANUNCIARÃO QUE A CRISE TERMINOU.
Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.
Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.
Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.
Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e “voila”: A sua obra estará concluída.
Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.”


Original de:
Concha Caballero. Es licenciada en Filología Hispánica y profesora de Literatura en un instituto público. Fue portavoz del grupo de Izquierda Unida en el Parlamento de Andalucía. Abandonó la política decepcionada con su coalición electoral. Ya hace muchos años pasó, felizmente, del ejercicio de la política a ser analista y articulista de diversos medios de comunicación. Amante de la literatura. Firmemente humana con los temas sociales.

sábado, 6 de março de 2010

Promiscuidade


Li este texto ,e não resisti de o transcrever aqui,porquê? bom, na realidade a minha formação académica é eminentemente de natureza técnica ,e nem sempre tenho a capacidade de, por palavras, expressar o que me vai na alma, e porque me identifico na essência, com esta visão,decidi publicá-lo dando uma pequena ajuda na sua visibilidade e fazendo dele as minhas palavras,espero que o" Jumento "não leve a mal... 


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"PROMISCUIDADE
Cada vez mais me enoja a promiscuidade na capital deste país, um pequeno grupo de gente que se auto-designa de elite, nascidos na classe média da administração salazarista e que hoje domina uma boa parte da vida. São jornalistas, são deputados, são jurisconsultos, são consultores das mais variadas artes, são comentadores televisivos, são gente que nunca teve dificuldades na vida, a quem para arranjar um emprego para um filho basta um telefonema, para comprarem um carro novo basta uma cunha para mais uma avença. Se foram apanhados na declaração de IRS telefonam ao fulano tal, se precisam de uma operação no hospital passam à frente da fila de espera, resolvem todos os seus problemas com um mero telefonema, são um verdadeiro grupo mafioso assente numa imensa rede de contactos, de compadrios assentes na troca de valores.
Esta gente não tem cor política, não tem ideologia, não tem princípios, não tem o mais pequeno respeito pelo povo que os alimenta e enriquece, de manhã são jornalistas e à noite bloggers, num dia são magistrados e no outro juízes desportivos, se estão na oposição coleccionam avenças, quando beneficiam do poder vão para administradores de empresas públicas, ora são assessores de líderes partidários, ora são directores de jornais. Esta gente não imagina o que é viver com o ordenado mínimo, nunca estiveram em terra a esperar o regresso de um pai que está no mar debaixo de um temporal, não sabem quanto humilha estar numa fila de desempregados, não imaginam o que se sofre quando se tem de alimentar filhos sem ter dinheiro, não sabem o que é mandar um filho para a escola sem o pequeno-almoço. Não sabem, não imaginam, nem querem saber, têm o maior do desprezo pelo povo cuja opinião gostam de manipular. No entanto ganham rios de dinheiro a comentar nas televisões sobre a melhor forma de resolver os problemas do país e dos portugueses.
Andam por aí a alardear grandes currículos, são ilustres jurisconsultos, jornalistas de primeira água, comentadores televisivos, sentem-se superiores aos que tanto usam nos seus discursos de conveniência. Queixam-se da crise mas ganham com ela, propõem sacrifícios para os outros mas multiplicam a sua riqueza, preocupam-se com a iliteracia mas olham para os outros com o desprezo e incomodam-se pela falta do perfume a 100 euros, há décadas que propõem novas soluções e o resultado é aquilo que se vê.
Cada vez sinto mais nojo desta elite que julga que todo o poder eleito pelo povo lhes deve prestar vassalagem, estão convencidos de que só os “bem falantes” têm direito a expressar as suas opiniões, que julgam que o povo que vota é uma imensa borregada que lhes deve perguntar onde devem votar, que acham que podem fazer e desfazer qualquer político.
É tempo de dizer não a esta imensa promiscuidade disfarçada de bons princípios. É preciso dizer não a esta gente, denunciá-la, combatê-la, antes que passemos a sentir nojo do próprio país. Portugal não é esta seita de proxenetas de gravata Hermes, que se instalou no poder da capital para viver à custa do subdesenvolvimento do país. O meu país é o meu povo e esse é eticamente muito superior a esses canalhas, é gente que sua por cada tostão de ganha, trabalhadores que tiram dos seus filhos os impostos que alimenta essa elite da treta, empresários que todos os meses lutam para que as suas empresas consigam pagar os ordenados dos trabalhadores no fim do mês."

(Texto retirado do blogue "O Jumento")

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Gabriel Garcia Marquez ?

Este texto que aqui publico, foi atribuído a autoria de Gabriel Garcia Marquez, que teria sido uma carta de despedida aos seus amigos quando cometido por uma doença grave,na verdade não consegui confirmar a autenticidade deste texto,e muitas dúvidas proliferam sobre a autoria do mesmo ,ainda assim ,como o achei digno de se ler, pela sua beleza e conteúdo, aqui fica  ele para os nossos leitores que ainda não o tenham encontrado...  


"Se por um instante Deus se esquece-se de que sou uma marioneta de trapos e me presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que pudesse.”Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo.Daria valor às coisas, não por aquilo que valem, mas pelo que  significam.
Dormiria pouco, sonharia mais, porque entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais se detivessem,acordaria quando os demais dormissem.Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida,deitava-me ao sol, deixando a descoberto,não sómente o meu corpo, como também a minha alma.Aos homens, eu provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de se enamorar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se enamorar..A um menino eu daria-lhe asas, apenas lhe pediria que aprendesse a voar.  Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com esquecimento. Tantas coisas aprendi com Vós homens…. Aprendi que todo o mundo quer viver no cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa.

Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre.Aprendi que um homem só tem direito a olhar o outro de cima para baixo, quando está a ajudá-lo a levantar-se.São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa, infelizmente estarei morrendo.
Sempre diz o que sentes e faz o que pensas.Supondo que hoje seria a última vez que te vou ver dormir, te abraçaria fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião da tua alma.Supondo que estes são os últimos minutos que te vejo, diria-te “Amo-te” e não assumiria, loucamente, que já o sabes.Sempre existe um amanhã em que a vida nos dá outra oportunidade para fazermos as coisas bem, mas pensando que hoje é tudo o que nos resta, gostaria de dizer-te o quanto te quero, que nunca te esquecerei.O amanhã não está assegurado a ninguém, jovens ou velhos. Hoje pode ser a última vez que vejas aqueles que amas. Por isso, não esperes mais, fá-lo hoje, porque o amanhã pode nunca chegar. Senão, lamentarás o dia em que não tiveste tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e o teres estado muito ocupado para atenderes esse último desejo.
Mantém os que amas junto de ti, diz-lhes ao ouvido o muito que precisas deles, o quanto lhes queres e trata-os bem, aproveita para lhes dizer, “perdoa-me”, “por favor”, “obrigado” e todas as palavras de amor que conheces.Não serás recordado pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a sabedoria para os expressar.Demonstra aos teus amigos e seres queridos o quanto são importantes para ti."