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terça-feira, 16 de abril de 2013

A crise está instalada!

Depois de algumas alterações ao "estilo" de vida que vinha fazendo,nomeadamente passar a levar a marmita para o trabalho, como aliás muitos de nós...fica-se perplexo ao ler  um email que circula por aí, email esse que vou aqui transcrever,porquê? pode haver leitores que não recebam estes emails...e pode também haver alguém que saiba com exactidão, se isto é verdade ou não passa de um boato...
A ser verdade, julgo honestamente que vale a pena ponderar e meditar sobre este tema.

Isto sim, é que é qualidade de vida, mas só no Bar-Restaurante da Assembleia da República

Repórter do IP (Suplemento do jornal Público - Inimigo Público) tomou Pequeno-Almoço, Almoçou, Lanchou, Jantou, e apanhou uma bebedeira por apenas 13,30 € no Bar/Restaurante da Assembleia da República

Quando as refeições escolares no Básico atingem os 3,80 euros, o IP, comparou os preços do bar da Assembleia da República, frequentado por DEPUTADOS e MINISTROS, e ficou abismado.
Eram 8 da manhã o repórter pediu um café e um bolo de arroz, afim de tomar o pequeno-almoço, tendo pago 15 cêntimos, 5 do café e 10 do bolo!
Vendo ali mama da grossa, o repórter bebeu 10 (Dez), repito 10 minis, tendo pago apenas 1 euro, (pois cada mini custa apenas 10 Cêntimos)!
A meio da manhã, o repórter mamou um gin Bombay Sapphire (1,65 euros), e já perto do Almoço um vodka Eristoff (1,50 euros), para abrir o apetite. Ao almoço, o repórter comeu gambas, camarão tigre, lavagante, sapateira, queijo da Serra, presunto de Barrancos, garoupa e bife do lombo, regado com Palácio da Bacalhoa, por 3 euros! Depois e para rematar um whisky Famous Grouse, que custou (2 euros).
Já de tarde solicitou uma garrafa de champanhe Krug (3 euros a garrafa) e caviar beluga (1 euro, 500 gramas), o repórter passou a tarde no bar da AR, rodeado das deputadas RITA RATO (PCP), FRANCISCA ALMEIDA (PSD), ANA DRAGO e MARISA MATIAS do (BE).
Assim por tudo isto o repórter do IP gastou qualquer coisa como13,30 €uros, num pequeno-almoço, almoço de marisco, com entradas de queijo da serra, presunto e caviar, com vinho do Palácio da Bacalhoa, e pelo meio alternadamente bebeu whisky, vodka e gin, rematando com champanhe Krug, obviamente saiu com uma piela de caixão à cova, mas que foi barato lá isso foi...
Isto sim, é que é qualidade de vida, mas só no Bar/Restaurante da Assembleia da República
Parecia que estava no Restaurante Lux!
AM, no Jornal Público - Inimigo Público
(estranha coincidência, mas parece que este jornal, se não foi, vai ser silenciado...)
 
E VIVA A DITADURA DEMOCRÁTICA
 

Perdiz, porco preto alimentado a bolota e lebre, são alguns dos produtos exigidos pelo

Caderno de Encargos do Concurso Público para fornecer refeições, e explorar as
cafetarias do Parlamento.
Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau
do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso.
O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de
whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde, e 15 de tintos alentejanos e do Douro.
É também especificado que o mesmo prato não deve ser repetido num prazo de duas semanas.
O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50%,
o preço 30% e a manutenção 20%.

Regulamento de Acesso ao Serviço de Refeitório da Assembleia da República
Publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 15, de 9 de Fevereiro de 2002 com a actualização introduzida pela
Circular de 31 de Março de 2009 do Gabinete da Secretária-Geral da Assembleia da Republica III
Têm acesso aos serviços do refeitório as seguintes pessoas
a) Deputados;
b) Funcionários e agentes parlamentares e funcionários parlamentares aposentados;
c) Pessoal dos Gabinetes do Presidente, Vice-Presidentes, Secretários da Mesa e Secretário-Geral;
d) Pessoal da dotação dos grupos parlamentares;
e) Cônjuges e filhos das pessoas referidas nas alíneas anteriores;
f) Pessoal requisitado e contratado nos serviços da Assembleia da República;
g) Pessoal que presta assessoria de forma transitória nos grupos parlamentares e nas comissões;
h) Convidados das pessoas referidas nas alíneas a) a d), desde que acompanhados destes, com o limite de dois convidados por utente;
i) Membros e funcionários dos órgãos autónomos que funcionem junto da Assembleia da República;
j) Pessoal que presta serviço na residência oficial do Primeiro-Ministro e no Gabinete do membro do

Governo responsável pelos assuntos parlamentares, abrangido pelo acordo entre a Assembleia da
República e os serviços sociais da Presidência do Conselho de Ministros;
k) Pessoal da Guarda Nacional Republicana que presta serviço na sala de segurança e no parque de

estacionamento subterrâneo e pessoal da Polícia de Segurança Pública que presta serviço na esquadra da
Assembleia da República;
l) Pessoal da agência da Caixa Geral de Depósitos e dos CTT;
m) Jornalistas acreditados na Assembleia da República;
n) Outras pessoas expressamente autorizadas pelo Secretário-Geral da Assembleia da República.
VI
Os preços de venda das refeições são fixados anualmente e para o presente ano são os que se
seguem:
1. Funcionários e agentes parlamentares e funcionários parlamentares aposentados, pessoal dos

Gabinetes e da dotação dos Grupos Parlamentares e ainda requisitado e contratado que na Assembleia da
República preste serviço - 3,80 €;
2. Pessoal da GNR que presta serviço na Sala de Segurança e no parque de estacionamento subterrâneo e
pessoal da PSP que presta serviço na esquadra da Assembleia da República - 4,00 €;
3. Deputados e pessoal que presta assessoria transitoriamente aos Grupos Parlamentares - 4,90 €;
4. Filhos dos Deputados e do pessoal referido no n.º 1 que tenham direito ao subsídio familiar,
respectivamente - 2,40 € e 2,05 €;
5. Filhos dos Deputados e do pessoal referido no n.º 1 sem direito ao subsídio familiar, respectivamente

- 4,90 € e € 4,10 €;
6. Restantes utentes - 6,50 €.

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