domingo, 20 de março de 2011
Comissão de compartes reúne em breve
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José Farinha
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domingo, março 20, 2011
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terça-feira, 15 de março de 2011
Gerações à rasca
Dizem-nos que a geração que agora tem à volta de 30 anos está à rasca. Porque, por exemplo, há jovens de 30 anos, com licenciaturas e eventualmente mestrados, que não conseguem melhor do que um contrato precário a recibo verde e um salário entre 500 e 1000 euros. Outros não conseguem sequer um primeiro e precário emprego. É uma tragédia? Será.
Mas então que dizer de um menos jovem, de 40, que trabalhe oito horas por dia numa fábrica têxtil qualquer, a troco de 475 euros? Ou um de 45, desempregado, sem direito a subsídio, com dois filhos, que é preciso alimentar, vestir e educar? O que será isto? Quem está mais à rasca, a geração dos que agora têm 30 anos, ou a geração dos que agora têm 40 anos?
E que dizer dos idosos que, aos 70 ou 80 anos, sem retaguarda familiar, sobrevivem em casas velhas e destelhadas com 300 euros de pensão? Estes também estarão à rasca, ou não contam, porque quem conta, agora, são apenas os que têm um curso superior, banda larga em casa e conta no Facebook?
Que me perdoem os que estão verdadeiramente à rasca [muitos deles da geração que ronda agora os 30 anos], mas esta manifestação que se anuncia e sobretudo a discussão que vai gerando, demasiadas vezes se parece com uma birra de quem substituiu o aborrecimento e as dificuldades da vida real pela excitação e rebelião de uma vida virtual.
Escreve-se no manifesto que deu origem a este protesto, e repete-se até à exaustão, que a geração dos 30 anos é, entre todas as gerações, a que tem mais habilitações. Escasso e pobre argumento para um país que há muito anda cheio de doutores e engenheiros, pelos menos nos títulos que mandavam inscrever nos livros de cheques e cartões-de-visita. Habilitações nunca faltaram, o que falta é qualificação e competência. E ao contrário da primeira, a duas últimas não aparecem automaticamente com o canudo de fim de curso.
Aos que apareçam na luta do próximo dia 12, fica um último alerta: não é a geração dos que agora andam na casa dos 30 anos que está à rasca; são as várias gerações de portugueses, todas elas, que estão à rasca. E não há soluções para sair do buraco que contemplem apenas os jovens de 30 anos. Ou se encontra um caminho comum, ou vamos todos juntos para o abismo. Tenham em conta que não é um abismo virtual. É o da pobreza. Onde já mergulharam dois milhões de portugueses. A esmagadora maioria não tem curso superior, muito menos mestrado. E estes, sim, estão verdadeiramente à rasca.
[JN]
(Texto de Rafael Barbosa)
Mas então que dizer de um menos jovem, de 40, que trabalhe oito horas por dia numa fábrica têxtil qualquer, a troco de 475 euros? Ou um de 45, desempregado, sem direito a subsídio, com dois filhos, que é preciso alimentar, vestir e educar? O que será isto? Quem está mais à rasca, a geração dos que agora têm 30 anos, ou a geração dos que agora têm 40 anos?
E que dizer dos idosos que, aos 70 ou 80 anos, sem retaguarda familiar, sobrevivem em casas velhas e destelhadas com 300 euros de pensão? Estes também estarão à rasca, ou não contam, porque quem conta, agora, são apenas os que têm um curso superior, banda larga em casa e conta no Facebook?
Que me perdoem os que estão verdadeiramente à rasca [muitos deles da geração que ronda agora os 30 anos], mas esta manifestação que se anuncia e sobretudo a discussão que vai gerando, demasiadas vezes se parece com uma birra de quem substituiu o aborrecimento e as dificuldades da vida real pela excitação e rebelião de uma vida virtual.
Escreve-se no manifesto que deu origem a este protesto, e repete-se até à exaustão, que a geração dos 30 anos é, entre todas as gerações, a que tem mais habilitações. Escasso e pobre argumento para um país que há muito anda cheio de doutores e engenheiros, pelos menos nos títulos que mandavam inscrever nos livros de cheques e cartões-de-visita. Habilitações nunca faltaram, o que falta é qualificação e competência. E ao contrário da primeira, a duas últimas não aparecem automaticamente com o canudo de fim de curso.
Aos que apareçam na luta do próximo dia 12, fica um último alerta: não é a geração dos que agora andam na casa dos 30 anos que está à rasca; são as várias gerações de portugueses, todas elas, que estão à rasca. E não há soluções para sair do buraco que contemplem apenas os jovens de 30 anos. Ou se encontra um caminho comum, ou vamos todos juntos para o abismo. Tenham em conta que não é um abismo virtual. É o da pobreza. Onde já mergulharam dois milhões de portugueses. A esmagadora maioria não tem curso superior, muito menos mestrado. E estes, sim, estão verdadeiramente à rasca.
[JN]
(Texto de Rafael Barbosa)
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terça-feira, março 15, 2011
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terça-feira, 8 de março de 2011
Apelo de urgência...
Já sei que hoje é Carnaval, mas ...esta história parece-me verdadeira e bem real,porque está a ser transmitido pelo canal nacional de televisão e o desespero da criança que se encontra desamparada à procura do pai é bem evidente, tropecei acidentalmente nesta cena ao rodar canais e logo me apercebi que estávamos na presença de um apelo de urgência.
Na verdade, está um senhor e mais umas meninas bem gordinhas a "abanicarem-se "e ele ao som de uma música de fundo e em fato de treino, como que para minimizar o sofrimento da criança vai gritando e perguntando quem será o pai da criança...? Cheguei a ter pena da criança, perdida, sem saber que fazer, lá estava no meio da festa incomodada pela exposição de que estava a ser alvo...mas afinal quem é o meu pai? Submeter uma criança a este tipo de humilhação e com honras de transmissão televisiva não devia ser permitido, procure-se o pai mas poupem a criança!
Enfim, a Tânia e o Baião apenas estão a vender o produto, e enquanto houver clientes eles vão-se safando e nós vamos pagando a taxa do audiovisual pois então, e cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas.
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terça-feira, março 08, 2011
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Casa polivalente em Alge !

A expressão "multiusos" aqui poderá interpretar-se como versatilidade? pode ser...ou seja, é polivalente, usa-se para várias coisas...o que sem dúvida é uma boa opção em tempo de crise,tem que se gerir os recursos da forma mais equilibrada possível,parabéns pela iniciativa.
Quanto aos lugares "limítrofes"... aqui penso que a expressão contém alguma hegemonia subtil, sim porque o Singral é um lugar "limítrofe", mas não "anexado" ...(neste contexto).
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terça-feira, março 08, 2011
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Roubo e vandalismo no Singral!
Este simpático lugarejo durante o interregno em que ninguém cá vivia em permanência, foi várias vezes fruto do apetite do amigo do alheio,mas agora é um pouco diferente...estão criadas algumas defesas que poderão com algum engenho facilitar a identificação dos intrusos,aguardemos pelos resultados...
Hoje mesmo fomos confrontados com o deplorável espectáculo de roubos e actos de vandalismo em duas casas de vizinhos nossos e tentativa frustrada na Capela ,a GNR foi chamada ao local e tomou nota da ocorrência assim como o levantamento de elementos que poderão ajudar a decifrar a identidade do/dos indesejado/s visitante/s .
No interior de uma das casas assaltadas eram visíveis vários pingos de sangue no soalho e paredes que deixam perceber que o/os assaltante/s se terão ferido nos estilhaços dos vidros partidos.Algumas torneiras no exterior foram arrancadas (estranho apetite...).Ainda que tenha sido um acontecimento lamentável não deixa no entanto de constituir notícia ,por tudo isto alertamos as "gentes" destes locais aparentemente mais indefesos, para se precaverem.
Hoje mesmo fomos confrontados com o deplorável espectáculo de roubos e actos de vandalismo em duas casas de vizinhos nossos e tentativa frustrada na Capela ,a GNR foi chamada ao local e tomou nota da ocorrência assim como o levantamento de elementos que poderão ajudar a decifrar a identidade do/dos indesejado/s visitante/s .
No interior de uma das casas assaltadas eram visíveis vários pingos de sangue no soalho e paredes que deixam perceber que o/os assaltante/s se terão ferido nos estilhaços dos vidros partidos.Algumas torneiras no exterior foram arrancadas (estranho apetite...).Ainda que tenha sido um acontecimento lamentável não deixa no entanto de constituir notícia ,por tudo isto alertamos as "gentes" destes locais aparentemente mais indefesos, para se precaverem.
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quarta-feira, março 02, 2011
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Bodyboard na Praia das Rocas (Castanheira de Pera)
A Prazilândia vai promover aulas de bodyboard na Praia das Rocas, no próximo fim-de- semana de Carnaval - 5, 6 e 7 de Março.
As aulas têm como público-alvo os mais jovens, mas estão abertas a todos os escalões etários, sendo ministradas pelo Prof. Nuno Beleza, da Federação Portuguesa de Surf.
Pelo preço de cinco euros, com direito a seguro e equipamento adequado, incluindo fato de neoprene para enfrentar com comodidade a água fria, os alunos terão formação básica em bodyboard, incluindo prova prática nas ondas das Rocas, num ambiente seguro e acompanhados por monitores experientes e idóneos, durante 90 minutos, entre as 14h30 e as 16h00.
Para marcações ou mais informações, contactar pelo telefone 236438931 (Paulo Tomás ou Pedro Simões), ou para pedrosimoes@praiadasrocas.com
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quarta-feira, março 02, 2011
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Exposição de Viaturas de Bombeiros em miniatura para ver na Casa do Tempo(Castanheira de Pera) de 5 de Março a 5 de Abril.
É certo que os dias cinzentos ainda não nos largaram e que com o frio ou a chuva não apetece
muito pôr o pé na rua. Contudo, há que deixar a preguiça de Inverno de lado e ir à procura de
algo que torne estes dias mais agradáveis. Ideias para fazer ou ver não faltam e a Casa do
Tempo tem também uma proposta para nos ajudar a dar uma lufada de cor a este mês de
Março.
Assim sendo, pode-se dizer que os dias que se avizinham serão aquecidos com tons de
vermelho e que, apoiada nas colecções particulares de José Domingues e de António Marques,
a Casa do Tempo irá mostrar-nos uma colectânea de viaturas de bombeiros em miniatura.
Simples e interessante, esta colecção reúne cerca de duas centenas de pequenos objectos
associados à actividade dos Soldados da Paz e é entre as ambulâncias, carros, carrinhas, camiões,
helicópteros, motas ou outros elementos usados pelos bombeiros que o nosso olhar
reconhece o gosto pela arte coleccionar e a estima por todos os homens e mulheres que
dedicam a sua vida para defender a vida dos outros.
Portanto, são as miniaturas de diferentes tamanhos e materiais que ditam as bases da nova
proposta da Casa do Tempo e que, de 5 de Março a 5 de Abril (nomeadamente de Terça a
Sexta das 12h00 às 19h00 e aos Fins-de-Semana ou Feriados das 10h00 às 13h00 – 14h00 às
18h00), nos convidam a sair de casa e a aproveitar os últimos dias de Inverno.
Nota: E porque o objectivo é animar o próximo mês, a Casa do Tempo pretende ainda desafiar
o público a engrandecer esta exposição de miniaturas com a pintura de um dos vários
desenhos de bombeiros que estarão disponíveis para colorir.
muito pôr o pé na rua. Contudo, há que deixar a preguiça de Inverno de lado e ir à procura de
algo que torne estes dias mais agradáveis. Ideias para fazer ou ver não faltam e a Casa do
Tempo tem também uma proposta para nos ajudar a dar uma lufada de cor a este mês de
Março.
Assim sendo, pode-se dizer que os dias que se avizinham serão aquecidos com tons de
vermelho e que, apoiada nas colecções particulares de José Domingues e de António Marques,
a Casa do Tempo irá mostrar-nos uma colectânea de viaturas de bombeiros em miniatura.
Simples e interessante, esta colecção reúne cerca de duas centenas de pequenos objectos
associados à actividade dos Soldados da Paz e é entre as ambulâncias, carros, carrinhas, camiões,
helicópteros, motas ou outros elementos usados pelos bombeiros que o nosso olhar
reconhece o gosto pela arte coleccionar e a estima por todos os homens e mulheres que
dedicam a sua vida para defender a vida dos outros.
Portanto, são as miniaturas de diferentes tamanhos e materiais que ditam as bases da nova
proposta da Casa do Tempo e que, de 5 de Março a 5 de Abril (nomeadamente de Terça a
Sexta das 12h00 às 19h00 e aos Fins-de-Semana ou Feriados das 10h00 às 13h00 – 14h00 às
18h00), nos convidam a sair de casa e a aproveitar os últimos dias de Inverno.
Nota: E porque o objectivo é animar o próximo mês, a Casa do Tempo pretende ainda desafiar
o público a engrandecer esta exposição de miniaturas com a pintura de um dos vários
desenhos de bombeiros que estarão disponíveis para colorir.
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quarta-feira, março 02, 2011
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Folia em crise...?
Para todos aqueles que não tenham perdido a vontade de se divertirem, não obstante os tempos não serem de brincadeira,aqui fica o convite!
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José Farinha
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sábado, fevereiro 26, 2011
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Não sejas parvo faz-te à vida
Um leitor interpela-me: "Não percebo a sua agressividade - é o 2.º texto - contra a geração Deolinda." Duplo erro: é o enésino texto e não é contra, é a favor. Textos quase todos, e de quem escreve todos os dias, sobre o mesmo assunto. Assunto: se não tens dupla consoante no nome (e Ferreira não conta), conta contigo, contigo e contigo. Neste país pequenino, pobre e pedantolas, se não fores um raro com família instalada, o apoio certo és tu. Para os falhos de famílias dessas há atalhos - Igreja, maçonarias, partidos... - mas o país pequenino é também antigo, tem longa história de atalhos, o que faz destes avenidas concorridas. Conta contigo, mas na condição de saberes que é negócio duro. Não te iludas com a ganga poética: o primeiro tipo que vi com lágrimas nos olhos sobre o concerto dos Deolinda, acabou de chegar de uma prebenda que o partido lhe arranjou no estrangeiro e voltou para o lugar cativo que tinha deixado. Não te iludas com direitos adquiridos: no país pequenino e pobre, há gente que julga que é salvação agarrar-se a bóias (progressão automática na carreira, reformas antecipadas...) E não é: é naufrágio adiado. Traça tu os teus prazos. Tens a casa dos pais e diploma, como diz a tal canção dos Deolinda? É melhor do que não tê-los. Mas se for preciso, larga-os (à casa e ao diploma) pelo trabalho. Porque este és tu. A única garantia de que não te deixas afogar no país pequenino.[DN]
Texto de FERREIRA FERNANDES
Texto de FERREIRA FERNANDES
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José Farinha
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Novas oportunidades
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José Farinha
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terça-feira, fevereiro 01, 2011
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