Singral Cimeiro - Campelo (Figueiró dos Vinhos) - (Latitude 40.0408) (Longitude 8.23927) Altitude 673 Mts. -Com estação de Radioamador - Indicativo : CT1EIU

terça-feira, 8 de março de 2011

Casa polivalente em Alge !


A expressão "multiusos" aqui poderá interpretar-se como versatilidade? pode ser...ou seja, é polivalente, usa-se para várias coisas...o que sem dúvida é uma boa opção em tempo de crise,tem que se gerir os recursos da forma mais equilibrada possível,parabéns pela iniciativa. 
Quanto aos lugares "limítrofes"... aqui penso que a expressão contém alguma hegemonia subtil,  sim porque o Singral é um lugar "limítrofe", mas não "anexado" ...(neste contexto).

quarta-feira, 2 de março de 2011

Roubo e vandalismo no Singral!

Este simpático lugarejo durante o interregno em que ninguém cá vivia em permanência, foi várias vezes fruto do apetite do amigo do alheio,mas agora é um pouco diferente...estão criadas algumas defesas que poderão com algum engenho facilitar a identificação dos intrusos,aguardemos pelos resultados...
Hoje mesmo fomos confrontados com o deplorável espectáculo de roubos e actos de vandalismo em duas casas de vizinhos nossos e tentativa frustrada na Capela ,a GNR foi chamada ao local e tomou nota da ocorrência assim como o levantamento de elementos que poderão ajudar a decifrar a identidade do/dos indesejado/s visitante/s .
No interior de uma das casas assaltadas eram visíveis vários pingos de sangue no soalho e paredes que deixam perceber que o/os assaltante/s se terão ferido nos estilhaços dos vidros partidos.Algumas torneiras no exterior foram arrancadas (estranho apetite...).Ainda que tenha sido um acontecimento lamentável não deixa no entanto de constituir notícia ,por tudo isto alertamos as "gentes" destes locais aparentemente mais indefesos, para se precaverem.







Bodyboard na Praia das Rocas (Castanheira de Pera)

A Prazilândia vai promover aulas de bodyboard na Praia das Rocas, no próximo fim-de- semana de Carnaval - 5, 6 e 7 de Março.
As aulas têm como público-alvo os mais jovens, mas estão abertas a todos os escalões etários, sendo ministradas pelo Prof. Nuno Beleza, da Federação Portuguesa de Surf.
Pelo preço de cinco euros, com direito a seguro e equipamento adequado, incluindo fato de neoprene para enfrentar com comodidade a água fria, os alunos terão formação básica em bodyboard, incluindo prova prática nas ondas das Rocas, num ambiente seguro e acompanhados por monitores experientes e idóneos, durante 90 minutos, entre as 14h30 e as 16h00.
Para marcações ou mais informações, contactar pelo telefone 236438931 (Paulo Tomás ou Pedro Simões), ou para pedrosimoes@praiadasrocas.com

Exposição de Viaturas de Bombeiros em miniatura para ver na Casa do Tempo(Castanheira de Pera) de 5 de Março a 5 de Abril.

É certo que os dias cinzentos ainda não nos largaram e que com o frio ou a chuva não apetece
muito pôr o pé na rua. Contudo, há que deixar a preguiça de Inverno de lado e ir à procura de
algo que torne estes dias mais agradáveis. Ideias para fazer ou ver não faltam e a Casa do
Tempo tem também uma proposta para nos ajudar a dar uma lufada de cor a este mês de
Março.
Assim sendo, pode-se dizer que os dias que se avizinham serão aquecidos com tons de
vermelho e que, apoiada nas colecções particulares de José Domingues e de António Marques,
a Casa do Tempo irá mostrar-nos uma colectânea de viaturas de bombeiros em miniatura.
Simples e interessante, esta colecção reúne cerca de duas centenas de pequenos objectos
associados à actividade dos Soldados da Paz e é entre as ambulâncias, carros, carrinhas, camiões,
helicópteros, motas ou outros elementos usados pelos bombeiros que o nosso olhar
reconhece o gosto pela arte coleccionar e a estima por todos os homens e mulheres que
dedicam a sua vida para defender a vida dos outros.
Portanto, são as miniaturas de diferentes tamanhos e materiais que ditam as bases da nova
proposta da Casa do Tempo e que, de 5 de Março a 5 de Abril (nomeadamente de Terça a
Sexta das 12h00 às 19h00 e aos Fins-de-Semana ou Feriados das 10h00 às 13h00 – 14h00 às
18h00), nos convidam a sair de casa e a aproveitar os últimos dias de Inverno.
Nota: E porque o objectivo é animar o próximo mês, a Casa do Tempo pretende ainda desafiar
o público a engrandecer esta exposição de miniaturas com a pintura de um dos vários
desenhos de bombeiros que estarão disponíveis para colorir.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Folia em crise...?

Para todos aqueles que não tenham perdido a vontade de se divertirem, não obstante os tempos não serem de brincadeira,aqui fica o convite!



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Não sejas parvo faz-te à vida

Um leitor interpela-me: "Não percebo a sua agressividade - é o 2.º texto - contra a geração Deolinda." Duplo erro: é o enésino texto e não é contra, é a favor. Textos quase todos, e de quem escreve todos os dias, sobre o mesmo assunto. Assunto: se não tens dupla consoante no nome (e Ferreira não conta), conta contigo, contigo e contigo. Neste país pequenino, pobre e pedantolas, se não fores um raro com família instalada, o apoio certo és tu. Para os falhos de famílias dessas há atalhos - Igreja, maçonarias, partidos... - mas o país pequenino é também antigo, tem longa história de atalhos, o que faz destes avenidas concorridas. Conta contigo, mas na condição de saberes que é negócio duro. Não te iludas com a ganga poética: o primeiro tipo que vi com lágrimas nos olhos sobre o concerto dos Deolinda, acabou de chegar de uma prebenda que o partido lhe arranjou no estrangeiro e voltou para o lugar cativo que tinha deixado. Não te iludas com direitos adquiridos: no país pequenino e pobre, há gente que julga que é salvação agarrar-se a bóias (progressão automática na carreira, reformas antecipadas...) E não é: é naufrágio adiado. Traça tu os teus prazos. Tens a casa dos pais e diploma, como diz a tal canção dos Deolinda? É melhor do que não tê-los. Mas se for preciso, larga-os (à casa e ao diploma) pelo trabalho. Porque este és tu. A única garantia de que não te deixas afogar no país pequenino.[DN]  


Texto de FERREIRA FERNANDES

domingo, 30 de janeiro de 2011

A mobilidade no interior

São sensivelmente 21 horas e estou sentado á lareira,após ter escutado em fundo algumas das notícias debitadas por um canal de televisão e de ter observado o termómetro que tenho instalado no exterior a indicar a temperatura de 0,5 C apeteceu-me de repente começar a dissertar um pouco sobre isto e aquilo,conforme me vai aflorando à mente e em directo,sem rascunho e sem revisão.Bom afinal vou ter que fazer uma pausa neste texto para ir comer uma canjinha...logo se verá se depois a inspiração prevalece.
Regresso e pasme-se, desde o ponto final até aqui decorreu uma hora e meia,as minhas ideias ficaram mais "aquecidas" pois a canja estava soberbamente deliciosa e quente,mas vejamos, o que tinha em mente para divagar prende-se com alguns aspectos da mobilidade aqui no"interior", com frequência somos bombardeados com a contínua e escandalosa subida dos preços do combustível que alimenta os motores dos nossos carros,há pouco tempo observei a reacção de alguns entrevistados por um canal de televisão acerca desta contínua subida de preços, e algumas das coisas que ouvi limitavam-se a um encolher de ombros ou pura e simplesmente e com ar cândido dizerem que tinham que começar a utilizar mais os transportes públicos... só que estas entrevistas são feitas nas zonas urbanas densamente povoadas e até se esquecem que continuamos a insistir na velha máxima "Portugal é Lisboa e o resto é paisagem..." .Meus senhores, no interior do País existem zonas em que se quisermos exercer uma actividade não temos outra alternativa para nos deslocar-mos a não ser em viatura própria !!Por exemplo se mora em Campelo e tem trabalho em Ansião tem cerca de 40 Km para percorrer e como o faz? de Metro? de Autocarro? de Eléctrico? não meus senhores assim não brinco,se quiser ir ás compras num supermercadozito (a comparar com os das grandes cidades)tem que fazer no mínimo uns 30 Km! a bicicleta recomenda-se, mas nestas redondezas com a topografia tão acidentada e as distâncias tão grandes e o frio intenso só se fosse para pagar uma promessa e mesmo assim não sei se chegaria a tempo.
Aqui não há transportes públicos meus senhores,pode-se chamar um táxi por telefone já não é nada mau,(mas não há passe social...)assim vejamos, a escassez de trabalho abunda, os salários encolhem com o frio mas os gastos com a mobilidade, esses, acompanham o ritmo das grandes cidades!Será que a solução é ir-mos todos para as cidades?e depois alimentamo-nos de quê? dos serviços?tem que haver espaço e gente no interior para se criar aquela riqueza que não é possível criar nos escritórios e nas fábricas.
Aqui na zona da Lousã já fizeram outra, deve ter sido uma estratégia obscura para promover a desertificação do interior .Existia uma linha com uma automotora que lá ia desempenhando a sua função e transportando inúmeros utentes de e para...mas alguns iluminados acharam que o melhor era estragar o que existia para substituir por um melhor...e o que aconteceu? agora não há "guito" portanto aguentem-se e vão a pé ou de bicicleta que nós por cá todos bem...mas afinal que bandalheira é esta?
Pois é já me esquecia O "TGV" é para muitos,algo de que não se pode prescindir como sinónimo de progresso,mas será mesmo?
Afinal o "TGV" que significa comboio de alta velocidade, do francês "Train Grande Vitesse" que mais valia poderá vir a dar-nos num mundo ,ou melhor, numa sociedade que anda a duas velocidades? Enquanto que a maioria da sociedade carece de reformas estruturais onde nem transportes públicos clássicos decentes ,existem ,outra parte da mesma já quer circular a velocidades que ultrapassam os 500Km/h...
Sem dúvida que tecnológicamente é um grande motivo de orgulho para os técnicos que a desenvolveram,mas nem sempre as evoluções tecnológicas vem de encontro ás reais necessidades da humanidade.Certo que a implementação deste meio de transporte irá sem dúvida criar algum impacto na forma como a sociedade irá comportar-se,um desses impactos, a meu ver, será acentuar ainda mais as assimetrias existentes no modo como as economias se estão a desenvolver ,uns depressa demais outros ainda a velocidades medievais .
A meu ver tudo o que seja progresso é sempre bem vindo, mas nunca à custa do abandono de outras reformas estruturais que tardam a surgir .
Sabe-se hoje que tudo anda mais depressa ,será realmente uma vantagem? tudo é mais rápido mas também mais efémero...ele há coisas que para se disfrutarem verdadeiramente, terá que ser a baixa velocidade,ao atravessar por exemplo uma paisagem será que a vemos da mesma maneira a 500km\h? No que toca ao particular do nosso país onde por exemplo escasseiam meios de transporte em ferrovia em inúmeras localidades do interior, e onde as populações tem dificuldade em se movimentarem que de bom irá trazer o TGV? Penso que esta sede de evolução,não está a ser devidamente equacionada tendo em conta a realidade do meio onde a querem instituir.
 Quanto ás reais vantagens pelo que atrás já referi ,penso que não justificará tão grande investimento ,porquanto se alguns poderiam chegar mais depressa teriam também que á chegada ficar á espera dos outros,ou seja só uma pequena franja da sociedade usufruirá deste bem mas que não vai ficar em sintonia com uma outra parte não menos importante o que acarretará um desperdício de recursos.
O automóvel será sempre e sem dúvida o meio de transporte preferido pela maioria, não só pela mobilidade específica que permite ,mas também pela característica de ser pessoal e individual que vem ao encontro da personalidade crescente da sociedade actual, para que o comboio e em particular o TGV se transformassem em meios de transporte preferenciais teria que haver uma grande transformação cultural a nível da sociedade,assim creio que o automóvel continuará a ser dominante ainda que possa sofrer transformações na energia que os move de modo a adaptar-se ás necessidades de proteger o meio ambiente.
Quanto a benefícios ambientais do ponto de vista energético o TGV não vem tirar ou acrescentar nada aos meios actualmente existentes ,pois move-se a electricidade tal como os outros mais lentos,talvez isso sim, seja mais prejudicial , no que concerne ao impacto nos eco sistemas que possam eventualmente atravessar,pois a alta velocidade pode criar uma espécie de estampido á sua passagem isto para não me pronunciar nas expropriações e demolições que tem que ser feitas..Esta é apenas uma modesta opinião sobre o tema da alta velocidade,até me faz lembrar o caso da internet de alta velocidade que aqui no Singral e em muitos outros locais do interior não existe, nem a instalam ...(não dá lucro) não obstante o Sr. Sócrates dizer à boca cheia que já chegou a todo o interior ...(?).      
Voltando ao TGV , em termos económicos a implantação de tal estrutura,carece de estudos muito profundos e feitos por pessoas verdadeiramente habilitadas para o efeito,note-se que vários já foram os estudos que vieram a público sobre este assunto, e todos eles discordam entre si...enfim cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas.
Bom, ao sentir um ligeiro arrepio lembrei-me de ir espreitar o termómetro e agora marca - 0,2 C  e como a chama da lareira se está a extinguir e o "João pestana" está a anunciar-se por hoje fico por aqui e vou tentar carregar as baterias,fiquem bem!




  

sábado, 29 de janeiro de 2011

Estação elevatória de água em Alge (Parte- 2)

Constatámos que a alternativa escolhida pelos serviços da Câmara para evitar as constantes encharcadelas da estrada ,conforme foi alertado por nós numa publicação anterior ,Lêr    afinal foi a menos científica ...será falta de tecnologia de ponta ?o que leva a supor que vamos continuar a ter desperdício de energia e água, mas ao menos não molhamos os pés.Apesar de tudo registamos com agrado o interesse demonstrado.



Campelo e as eleições para o "novo" Presidente da Républica

Para os nossos leitores mais interessados, aqui deixo uma foto dos resultados apurados pela assembleia de voto de Campelo.
Como aliás se pode constatar, não só aqui na freguesia mas de uma forma geral ,a grande vencedora destas eleições foi a Srª "Abstenção" .