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domingo, 22 de novembro de 2009

Assembleia de compartes de Alge, reuniu hoje conforme anunciado.

Segundo conseguimos apurar,a reunião realizou-se com cerca de três dezenas de participantes,mas...o fim para que se destinava não foi alcançado,pois também segundo o que conseguimos apurar, o objectivo da reunião terá sido impugnado com dezasseis votos contra e dezassete a favor onde se incluia um voto  "de qualidade"     tudo por causa de a convocatória não ter sido feita pelo presidente da assembleia geral, orgão este, que é estatutáriamente o responsável por este tipo de convocatórias.Nos próximos dez dias aguarda-se nova convocatória .

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

MAGUSTO em ALGE





Cozido á Portuguesa em dose reforçada...  (Comentário de J.Farinha)

domingo, 1 de novembro de 2009

Tributo á compreensibilidade

" Sempre que necessário e a motivação o justifique,criticamos a autoridade policial responsável pela segurança do cidadão,quando motivos de reconhecimento do seu trabalho,do mesmo modo levamos ao conhecimento dos nossos leitores enaltecendo o seu valioso trabalho."


(in Ribeira de Pera -Outubro 2009)

"Ninguém muda de vida com vinte e cinco euros"...



"Ninguém muda de vida com vinte e cinco euros"...  frase brilhante de um "trabalhador" chamado, Francisco  Van Zeller.              




Francamente,o descaramento e petulância destes senhores dirigentes,cada vez mais me faz náuseas.
Será mesmo que, mais vinte cinco menos vinte cinco,não aquece nem arrefece ? e assim sendo, poupa-se nos recursos que se teriam que dispender em todas as acções administrativas para que este aumento entrasse em vigor,sim para quê tanto trabalho pois se tudo iria continuar na mesma...? Em resumo, como com mais vinte e cinco euros de ordenado não se muda de vida então para quê tanta trabalheira ?Por outro lado pareceu-me que a preocupação final foi de que, para as empresas essas sim, poderiam mudar completamente de vida, pois iriam á falência...mas afinal em que é que ficamos?Para os trabalhadores não muda nada e para as empresas é a falência? Será que o Zé "people" vai continuar a deglutir destas por muito tempo? 

sábado, 17 de outubro de 2009

Doçaria conventual - Figueiró dos Vinhos



Decorrerá nos dias 31 de Outubro e 1 de Novembro, no Convento de N.ª Sra. do Carmo, em Figueiró dos Vinhos,a IV Feira de Doçaria Conventual.
  A cerimónia de inauguração está marcada para o dia 31 de Outubro às 10h30 e a feira encerra, em ambos dos dias, às 20 horas.
Ali se irão reunir doceiros de todo o país, que assim farão decerto as delícias dos muitos compradores, colocando também a doçaria conventual de Figueiró dos Vinhos na rota da doçaria conventual nacional.
Para além de promover as receitas conventuais como património cultural e gastronómico que são, esta é uma iniciativa que contribuí para a dinamização do Convento do Carmo, que terá honras de apresentação da Monografia no dia 31 de Outubro pelas 15 horas, a que se seguirá um recital pelo grupo Vox Angelis.
Durante a Feira, haverá também Animação de Rua pelos elementos do Grupo de Voluntários "Gotas de Luz".

Casa do Tempo - Castanheira de Pera


José Malhoa - Com a Arte na Alma


Exposição
de Miguel Portela e de Margarida Herdade Lucas

Município de Castanheira de Pêra
9 a 27 de Outubro
Casa do Tempo – Castanheira de Pêra

Esta exposição dá a conhecer o pintor José Malhoa (1855 – 1933), dando especial relevo ao modo como viveu e sentiu a nossa região, no Norte do Distrito de Leiria, ao mesmo tempo que se assinalam 75 anos da sua morte. 
Do seu percurso de artista e das suas obras mais representativas, a exposição traça um roteiro para ver e para reflectir com os olhos da alma.
Malhoa vivia em Figueiró dos Vinhos, entre Maio e Outubro, na sua casa, a que chamava “O Casulo”. Inspirou-o a luz desta região montanhosa e ensolarada, na autenticidade de um povo rural, na paleta de cores da paisagem que brilha em modo maior, quando o Sol a reflecte. A sua pintura é arte e documento social de uma época marcante do Portugal interior. É pintura e é leitura. Mas Malhoa não fez só os seus retratos. Também conviveu com o povo, com a burguesia e com os senhores feudais.
Foi fundador do Clube Figueiroense com uma tertúlia que ali se reunia desde o fim do século XIX até ao final dos anos 30. Simões d’Almeida Tio e Sobrinho e Henrique Pinto foram alguns dos seus companheiros e amigos da sua vida entre montanhas.
A sua obra ficará sempre ligada a esta vila, que ele escolheu como pátria da sua arte.