Singral Cimeiro - Campelo (Figueiró dos Vinhos) - (Latitude 40.0408) (Longitude 8.23927) Altitude 673 Mts. -

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Momentos culturais em Figueiró

O Município de Figueiró dos Vinhos, em colaboração com o Conservatório de Música e Artes do Espectáculo, Artonus Produções e Agrupamento de Escolas de Figueiró dos Vinhos, promove no próximo dia 30 de Abril, sábado, pelas 18h30, no Clube Figueiroense, a 2.ª Sessão do CLUBE MOZART, dedicado ao tema “Figueiró, a “Viena” da zona do Pinhal – a excelência na formação de públicos”.
A entrada é livre.




quarta-feira, 27 de abril de 2011

Os amigos do alheio

Foi no passado fim de semana que mais uma vez a freguesia foi assolada pela visita indesejada de amigos do alheio.
Desta vez foi o lugar de "Poesia" que foi assaltado,várias casas foram arrombadas e vários bens foram subtraídos,as autoridades locais tomaram conta da ocorrência e pela descrição de alguns populares o" modus operandi" dos "visitantes" em tudo se assemelha aos que "visitaram" o Singral há pouco tempo.Não obstante o levantamento das impressões digitais e outros indícios está difícil a identificação dos meliantes,seria bom que nos mantivesse-mos em alerta redobrado.

Junta de Freguesia de Campelo

 A junta de Freguesia de Campelo promove uma reunião ordinária de assembleia de freguesia no próximo sábado.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Comissão de compartes de Alge

A comissão de compartes de Alge,Pé de Ingote,Pé de Janeiro,Carvalhos,Searas,Ponte Fundeira e Ribeira Velha, deu a conhecer o seu relatório e contas do ano de 2010 do qual publicamos apenas o resultado final.
Paralelamente está a convocar uma reunião de assembleia geral para o mês que vem, conforme cópia aqui publicada.




domingo, 17 de abril de 2011

Peditório


País de atrasados mentais?

Já há muito que andava para escrever algo sobre a prevalência de perturbações mentais nas gentes que habitam este lindo país à beira mar plantado,mesmo sem ser especialista na matéria dava para perceber que andamos todos a precisar de algum tratamento à "caixa dos pirolitos"mas depois de ter lido este texto que veio publicado no Público a 21 de Junho de 2010 já não me atrevi a fazê-lo e preferi transcrever este texto que o acho de uma eloquência invejável,e que traduz ao fim e ao cabo aquilo que penso sobre o assunto.
Segue a transcrição do texto:

"Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres  compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente."

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

Instituto da Democracia Portuguesa

Recebemos esta mensagem na nossa caixa do correio,que nos deixou deveras surpreendidos,afinal temos mais um instituto...mas este é pela democracia,apesar de tudo e na nossa opinião o texto encerra algumas verdades e por isso mesmo o transcrevemos para que os nossos leitores possam fazer uma apreciação crítica do mesmo.



"No dia em que o Governo demissionário decidiu dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira para atender ao “financiamento da República”, considera o Instituto da Democracia portuguesa (IDP) que chegou o momento para se encarar o médio prazo, para além do ruído de fundo com o curto prazo.
O resgate é um dado adquirido não apenas porque a nossa situação financeira é grave como porque estamos em risco de sermos um elemento pernicioso para a estabilidade da zona euro. Embora as atenções dos portugueses estejam focadas, essa operação de resgate terá um prazo e um objectivo: evitar um desequilíbrio grave na zona euro. O facto de, neste processo ser Portugal o país a ser ajudado é instrumental. No fim de contas, prevalecerão os interesses globais da zona euro como um todo.
Portugal experimenta há mais de trinta anos, uma perda de competitividade traduzida na lenta diminuição das suas taxas de crescimento. Apesar de todas as vultuosas transferências recebidas – fundos comunitários, remessas de emigrantes e investimento estrangeiro – a taxa de crescimento da economia portuguesa tem vindo a decair, sempre. Sucessivos governos e sucessivas políticas públicas centradas no “big is beautiful” esqueceram o apoio à produção de bens transaccionáveis com alta incorporação de mais valias e potencialidades de exportação.
A crise actual e o nosso elevado endividamento externo são o corolário de políticas da III República que nunca manifestaram interesse em atacar os problemas de frente; antes preferiram iludi-los, por motivos de ganância pessoal e interesses mal informados.
Ao cabo de mais de uma década de endividamento explosivo, temos de constatar que esgotámos um modelo de desenvolvimento económico; hoje é por demais manifesto que este modelo não tem qualquer virtualidade e a manutenção deste caminho apenas nos conduz a um desastre nacional.
Neste quadro, a operação de resgate de que o pedido de que o pedido de assistência financeira é só o primeiro passo, permite colmatar um desequilíbrio e, sobretudo, evitar um desequilíbrio mais acentuado na zona euro. No entanto, falta criar condições de crescimento económico. Como o IDP já afirmou antes, o resgate é, sobretudo, uma operação de apoio ao euro, não directamente ao membro.
Para saber o que se vai passar a seguir, temos de olhar para longe. Nos últimos 30 anos, Portugal é um dos países da Europa que mais rapidamente baixou a sua taxa de natalidade. Em 2009 era o 2º país de EU com a mais baixa taxa de fertilidade: 1.3. Em 2009 e 2010, o número de mortes superou os nascimentos. Há mais de uma década que se chama a atenção para o “Inverno” demográfico, aparentemente com escasso eco na sociedade civil e sem eco nos meios políticos. Ao contrário de outros países europeus, não existe uma política de apoio e promoção da natalidade.
Em 2010 o ratio de pessoas activas/passivas foi de 1/1.5. A continuarem as tendências, em 2020 esse ratio será de 1/2 e, em 2030, terá passado para 1/2.5. Com um modelo económico esgotado, com taxas de crescimento progressivamente mais baixas, aumento do desemprego, envelhecimento da população e baixa fertilidade, aumentam os compromissos fixos e diminuem as receitas.
Assim , vem o IDP denunciar que, mais do que a “armadilha da dívida”, onde as políticas de contenção e austeridade terão um efeito recessivo na economia, estamos confrontados com a diminuição do principal recurso nacional- a população – e não o queremos admitir.
A nossa dívida externa bruta é hoje de +/- 230% do PIB e a líquida de quase 98%. As medidas de austeridade no quadro de um resgate permitem considerar que a nossa taxa de crescimento, nos próximos 10 anos, não deverá ser superior a 1.5% ao ano; ao mesmo tempo o serviço da dívida contraída está já próximo dos 5% do PIB.
Neste cenário, as nossas capacidades de endividamento no médio e longo prazo, a 10/ 30 anos, estão seriamente limitadas quer pelo baixo potencial de crescimento da economia, quer pela limitada capacidade do seu principal activo, nós, os cidadãos. Nesse sentido, considera o IDP que a nossa capacidade para poder honrar, nos termos e nas condições que nos propusemos pagar, estará, fortemente limitada.
Temos uma elevada probabilidade, a médio prazo, dentro de 4/5 anos, de estarmos a suportar uma política que não elimina a nossa dívida, e agrava as condições de podermos optimizar os nossos activos, para honrar a dívida e assegurar a sustentabilidade da economia e do país.
No actual quadro do debate de ideias e por força da crise imediata em que nos encontramos, todas as atenções estão centradas nas formas de “quebrar” o círculo vicioso que nos conduziu a esta situação; no entanto, essa premência obscurece um elemento fundamental: como vamos pagar a “montanha de dívida “que acumulámos ao longo destes anos e como o vamos pagar sem nos arruinarmos.
Considera o IDP que é necessário encarar com realismo a reestruturação da dívida nacional. Existem soluções estudadas para os problemas enumerados; sendo necessário tempo para as implementar, temos de partir para a reestruturação da dívida.
Uma nação não é uma empresa; não pode ser desmembrada e os seus activos disponibilizados livremente; os credores da nação preferem receber uma percentagem de algo a receber a totalidade de nada e nunca “asfixiarão” o devedor ao ponto de este ficar impedido de cumprir as suas obrigações.
A reestruturação de dívida soberana é um dos elementos que caracteriza a dívida; Portugal, enquanto nação autónoma, reestruturou seis vezes a dívida e, nos séc XX fizeram-no 21 países, entre os quais o Brasil.
A reestruturação da dívida – nos próximos meses – é uma operação de responsabilidade do próximo Governo e implica a apresentação de um plano de como e quando iremos pagar as nossas obrigações. Porque é uma operação da responsabilidade de todos os portugueses, o IDP alerta que deve ser partilhada por todos. Democracia, crescimento e equidade só serão possíveis simultaneamente com um regime cujas soluções estejam à altura da nossa história e da nossa cultura.
Lisboa, 6 de Abril de 2011
A Direcção do IDP

Instituto da Democracia Portuguesa : http://www.democraciaportuguesa.org  "

O GRANDE F.M.I. VOLTOU!!

Para os mais corajosos e com cerca de dez minutos de disponibilidade desafio-os a clicar neste link  e tentem reflectir um pouco ,FMI o antes e o depois...  e se continuarem a ter tempo e se quiserem, façam aqui um comentário sobre a actualidade do desabafo!

Gosta de velharias?

Mais uma edição da feira de velharias em figueiró dos Vinhos.





Associação sócio cultural "O Penico" em Alge promove almoço convívio pela Páscoa.

Associação cultural e recreativa de Campelo "O Convívio" promove uma assembleia geral.

Vilas de Pedro vai ter festa.

Infraestruturas das novas tecnologias de comunicação...aproximam-se dos lugarejos remotos deste Portugal imenso!

Aspecto das obras junto ao cruzamento da N347 que dá acesso a Alge e Singral , obras estas que se destinam a implantar a tão famosa fibra óptica que permite acessos de alta velocidade à internet e possibilidade de difundir conteúdos televisivos "Pague para ver" ,só não sabemos quando se poderá vir a usufruir deste serviço aqui no burgo ,mas pelo menos já se vislumbra qualquer coisa.




Campelo, exposta ao seu primeiro incêndio florestal do ano!

6 de Abril pelas 19 horas...






domingo, 3 de abril de 2011

Finalmente estamos a ser geridos...

Governo de gestão:


"Porque antes tinha-mos um Governo que não geria...agora foi "empossado" um, para gerir!"   
(O próprio)

Mutação sinalética...em Alge.

Uns são retirados outros são implantados...


Este desapareceu misteriosamente...



Mas este veio sem dúvida revigorar e demarcar bem o território...



Campelo já tem uma Zona de Intervenção Florestal,devidamente sinalizada.










sábado, 2 de abril de 2011

CAMELO ganha nova expressão!



Não amigos leitores...não se trata do típico animal dos desertos,mas sim de uma simpática povoação do Concelho de Castanheira de Pera que até há bem pouco tempo só lá habitava em permanência um casal,mas que, fruto de uma iniciativa particular foi hoje inaugurado formalmente um belíssimo espaço turístico de âmbito rural que veio sem dúvida dar um novo alento e nova expressão a esta povoação.
Ao dirigir-nos ao "Camelo"a fim de participar-mos no evento, a primeira surpresa que tivemos foi a estrada ,que estava acabadinha de ser reparada com um novo tapete de alcatrão,foi uma agradável estupefacção...
Chegados ao local,verificámos a presença de inúmeros convidados,entre os quais uma forte representação da Câmara de Castanheira de Pera encabeçada pelo seu presidente Dr.Fernando Lopes ,assim como a presença do Sr.presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos.  
Pela nossa parte desejamos saudar esta iniciativa da criação de um pólo de turismo rural, e os nossos mais sinceros parabéns ao promotor e proprietário Sr.Jorge Magalhães,e ao mesmo tempo agradecemos o convite que nos foi dirigido, assim como a confiança depositada no trabalho de alguma decoração executada pela "cara metade" Herminia.
Para todos aqueles que queiram e gostem, recomendamos vivamente este espaço,de uma grande sobriedade mas que a sensação de liberdade e conforto é um grande aliado.Um pequeno recanto onde se pode disfrutar de uma majestosa paisagem natural,e contactar com vários motivos rurais,entre eles a presença de alguns animais tais como o burro,ovelhas ,e até a possibilidade de poder participar na feitura do pão caseiro num forno genuinamente rural para depois se deliciar como acompanhamento de uma deliciosa refeição.
Fica uma humilde reportagem fotográfica para lhes abrir o apetite...



Os "assadores" de serviço.
Há sempre uma oportunidade para se trocar umas impressões.





Aspecto da nova estrada de acesso ao Camelo em fase de acabamento.

Comentários...?
O Forno,para cozer o delicioso pão caseiro.


A capela no alto do lugar.
Uma das janelas... 
A originalidade da casa de banho.
O aconchego e conforto no interior.



Sala de estar com lareira.
Também tenho direito a uma sopa...

A chuva intrometeu-se e este foi um dos refúgios.
Jorge  sua esposa e filhos, os proprietários do espaço.
Bem fofinhas...